Acará Bandeira Frenatus! Cardume de Neons Lago de Carpas Oscar Peixe Palhaço/Nemo

Agulhinha (Dermogenys pusilla)

O peixe agulha está diretamente relacionado com a família dos cavalo-marinho. Com um comprimento de 2,5 cm a 30 cm, estes animais pequenos são absolutamente surpreendentes.

São possivelmente um dos peixes mais lentos do oceano; eles se movem por meio de pequenas barbatanas peitorais que podem vibrar até 35 vezes por segundo. Suas presas, portanto, são animais pequenos e muito lentos. Para poder captura-los, eles substituem a velocidade de um ataque para um grande poder de sucção de precisão milimétrica. Um jovem peixe agulha dedica 10 horas diárias à alimentação e durante este período pode se alimentar de 3.600 filhotes de camarão microscópicos ao redor.
O Agulhinha é um peixe muito bonito, e que também é muito confundido com o peixe Agulha, vocês podem nota a diferença em sua boca, o Agulhinha tem apenas a parte de baixo comprida, já o Agulha tem ambas as partes compridas. 

 
Dermogenys pusilla

Nome Popular: Agulhinha, Agulhinha prata.
Nome Científico: Dermogenys pusilla
Família: Hemiramphidae
Origem: Índia, Mianmar, Tailândia, Laos, Camboja, Vietnã, Filipinas, Malásia e Indonésia.
Sociabilidade: Casal ou grupo
Comportamento: Agressivo
pH: 6,0 a 7,0
Temperatura: 24 a 28ºC
Dieta Onívoro
Tamanho do Peixe: Macho 5cm | Fêmea 7cm

Dimorfismo Sexual: A nadadeira anal do macho é modificada (andropódio), ela é semelhante ao gonopódio dos poecilídeos e é utilizada com a mesma finalidade, auxiliar na cópula. As fêmeas são maiores e possuem a nadadeira anal sem nenhuma modificação.

Reprodução: Embora aconteça com certa frequência em aquários, a reprodução não é tão fácil de se obter como no caso dos poecilídeos. A dificuldade não reside em induzir a reprodução e sim na frequência com que as fêmeas liberam os alevinos antes do tempo, aparentemente isto está diretamente relacionado à nutrição do peixe - algumas pessoas apontam a deficiência de vitamina D como a causa para tal acontecimento. Sendo assim, certifique-se de oferecer uma dieta variada e de alta qualidade, outro fator de grande influência é o estresse.
O período entre a cópula e a liberação dos alevinos é altamente influenciado pela temperatura e pode variar de 3 a 6 semanas, o
s adultos não cuidam dos filhotes e irão comer os mesmos se tiverem a oportunidade, então devem ser separados deles. São liberados de 10 a 20 alevinos por vez.
Alimentos vivos de pequeno porte (micro-vermes, náuplios de artêmia, etc) e rações específicas devem ser oferecidas aos filhotes que, com o tempo, passam a aceitar alimentos cada vez maiores.

Recomenda-se usar filtro interno de espuma ou então colocar perlon na entrada de água do filtro externo para evitar sugar os filhotes quando em aquários próprios para reprodução.

Algumas Informações, retirada do site: http://www.sekaiscaping.com
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Acará Severo ( Cichlasoma severum)

Este ciclídeo de água alcalina tem um belo formato e cor mas como muitos ciclídeos não recomendo peixes muito menores que ele no mesmo aquário, mesmo sendo um aquário grande. Companheiros ideais são peixes como acará festivo, gouramis laranja e azuis (machos de preferência) e outros peixes de agressividade compatível e velozes, podendo tambem colocar peixes maiores como Oscar, Jack Dempsey, Peixe Faca, etc. Alimentar este peixe é fácil: aceita flocos, bits, pellets e dar artêmias de vez em quando é muito recomendável.

cichlasoma-severum

Nome Popular: Acará Severo
Nome Científico: Cichlasoma severum
Família: Cichlidae (Ciclídeos)
Origem: Brasil (Bacia Amazônica)
Sociabilidade: Solitário, Casal
Comportamento: Territorial e agressivo quando colocado com da mesma espécie.
pH: 6,7 ~ 7,2
Temperatura: 24º a 27°C
Dieta: Onívoro
Tamanho do Peixe: 20 cm

Reprodução: Ovíparo. A reprodução não é muito difícil, a parte mais complicada é a formarão do casal, o macho costuma ter sua nadadeira dorsal mais longa e com filamentos, além de ser maior que a fêmea que possui o final da nadadeira dorsal mais arredondado. O casal escolhe o local da postura dos ovos, normalmente uma superfície lisa, a fêmea deposita os ovos e o macho os fertiliza logo em seguida, alguns casais cuidam dos ovos e depois dos filhotes, outros acabam devorando-os. Para evitar que os ovos e ou os filhotes sejam devorados retire os pais.
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Acará piranga (Heros efasciatu)

O Acará piranga tem Corpo oval e cumprido lateralmente com formas das nadadeiras típicas dos ciclídeos, dois olhos grandes e boca pequena. Apresenta oito ou nove faixas pretas verticais que percorrem o corpo, mais acentuadas nos juvenis e quando adultos são mais visíveis na parte inferior, especialmente próximo a nadadeira caudal. Possuem olhos vermelho brilhantes. Sua coloração em forma selvagem é bastante variável, normalmente esverdeado a turquesa.

Habita ambiente lêntico, como zonas inundadas e estuários. Eventualmente pode frequentar água salobra.

Seu comércio como peixe ornamental é bastante comum, podendo ser apresentado na variação dourada ou mais recentemente a variedade vermelha conhecido popularmente como “red spotted”.

E. fasciatus muitas vezes são classificados erroneamente como Heros severus, geralmente uma mistura de espécimes regionais ou híbridos. Sabe-se que os métodos de reprodução das duas espécies são diferentes, enquanto H. severus é um encubador bucal, H. efasciatus dispersa seus ovos e larvas entre plantas e raízes (questionável).

Morfologicamente existe diferenças entre as duas espécies, enquanto H. efasciatus é maior que H. severus, o primeiro apresenta uma ampla gama de cores, principalmente entre espécimes criados em cativeiro, a partir de sua forma selvagem verde. Espécimes apresentando coloração ouro, recentemente o leucistico vermelho, são derivados de H. efasciatus, enquanto H. severus normalmente apresenta coloração creme pálido a marrom claro ou escuro.

Heros efasciatu

Nome Popular: Acará piranga, Acará-peba, Acará preto
Nome Científico: Heros efasciatu
Família: Cichlidae
Origem: Brasil, Guiana Francesa (questionável) e Peru
Sociabilidade: Solitário, Casal
Comportamento: Pacífico
pH: 5.5 – 7.0
Temperatura: 24°C – 32°C
Dieta: Onívoro
Tamanho do Peixe: 20 a 25 cm
Reprodução

• Ovíparo • maturidade sexual: menor que 12 meses
• local: Estabelece ovos em plantas e raízes • fertilização: externa
• Ovos e larvas: cerca de 200 ovos, eclodem em até 3 dias; larvas nadam livremente após 4 dias.
• Acasalamento e comportamento de copulação: estes peixes podem ser difícil formar casal e uma vez formado qualquer alteração no ambiente poderá desfazer esta ligação; fêmea desovará em alguma superfície plana (tronco, pedra) onde os ovos serão fertilizados no mesmo instante pelo macho.
• Papel Reprodutivo: pais cuidam da progênie, cuidado parental pode durar até seis semanas
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Acará Joia (Hemichromis bimaculatus)

Acará Jóia é um peixe lindo e de cores bem definidas quando bem adapitados. Peixe muito resistente e que se reproduz facilmente. Apesar de seu porte médio, exige bastante espaço, caso queira mantê-lo com outros peixes, recomendasse pesquisar o nível de agressividade dos demais peixes no qual manterão juntos... O acará jóia é originário do oeste africano. Prefere iluminação baixa e tocas para se esconder, é um peixe de agressividade média baixa, porem si torna bem territorial no período de reprodução, o que é bem comum na família dos ciclideos.


 

                                                                                                                                                                                  
Nome Popular: Acará Joia
Nome Científico:Hemichromis bimaculatus
Família:Cichlidae
Origem:África
Sociabilidade:Solitário, Casal, comunitário
Comportamento:Territorial e agressivo
pH:6,2 ~ 8,0
Temperatura:22º a 27°C
Dieta:Onívoro
Tamanho do Peixe:23~15 cm

Reprodução:
Ovíparo -A reprodução do acara joia e de certa forma fácil, desde que esteja bem avontade ao forma-se o casal e chegado ao momento da reprodução, a sua coloração fica bem intensa e bem chamativa. Escolhem um local, normalmente superfície de rochas (geralmente lisas) ou plantas, e iniciam a limpeza da área. Fêmea libera os ovos e macho fertiliza logo em seguida. Podem liberar até 600 ovos, que eclodirão cerca de 48 horas após, durante este período o macho defenderá a área enquanto a fêmea os ovos podendo haver revezamento. Antes dos alevinos estarem nadando livremente, os pais fazem uma série de pequenas depressões rasas no substrato movendo a ninhada constantemente de local. Os pais cuidam da progênie por duas ou três semanas seguintes.
O dimorfismo sexual da espécie é pouco evidente, machos apresentam coloração azul reticulada no meio das nadadeiras e apresentam nadadeira dorsal e anal ligeiramente mais longas e pontiagudas.
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Acará Disco (Symphysodon discus)

Acará Disco é peixe achatado e redondo como um prato. A coloração geral varia de alaranjado até azul-esverdeado, com oito barras verticais. A cabeça, os opérculos e o dorso são cobertos de linhas irregulares de brilho intenso, que vão do cinza até o verde claro. As nanadeiras dorsal e anal, que na base se confundem com o corpo, são cobertas pelas mesmas linhas. A nadadeira caudal é transparente. Dizem, sem nenhuma prova definitiva, que o macho é mais colorido que a fêmea. Este peixe é um dos mais belos.

                                                                                                                                                                                                                                                                                                
Nome Popular: Acará Disco
Nome Científico:Symphysodon discus
Família:Cichlidae
Origem:Amazonas
Sociabilidade:Casal, Cardume
Comportamento:Agressivo
pH:5,5 - 6,8
Temperatura:21 a 29°C
Dieta:Carnívoro
Tamanho do Peixe:20cm

Reprodução: vivíparo e cuida da prole. A desova se processa exatamente como a do acará-bandeira e parece que nos primeiros dias de vida os filhotes se alimentam do muco que envolve a pele dos pais. O ritual do acasalamento é caracterizado pela limpeza do local de desova (também chamado de "ninho"), as bocas do casal unem-se e dá-se então a postura dos ovos por parte da fêmea, numa pedra, planta, num bocado de madeira ou mesmo no vidro do aquário. Logo após a postura e o macho proceder à fertilização, surge o primeiro perigo para os ovos. Uma coisa é certa, separando-os dos pais, não conseguem sobreviver. Como todos os ciclídeos, os pais não devem ser molestados durante a incubação ou criação dos filhotes, pois estes serão imediatamente devorados.

Habitat: águas pouco profundas nos igarapés do rio amazonas e seus afluentes, com grande quantidade de sais minerais e matéria orgânica, que tornam a água escura em meio a troncos e raízes de árvores submersas.
Hábitos - é um peixe acostumado a viver em cardumes com cerca de 20 (vinte) exemplares, estabelecendo-se uma hierarquia onde o peixe maior será dominante, este pode ser macho ou fêmea, seguindo-se sub-chefes. Essa hierarquia é baseada no tamanho de cada exemplar e apresenta  sua  maior  importância  na alimentação onde
 
geralmente os peixes maiores se alimentam primeiro. Quando um exemplar recebe uma intimidação de outro hierarquicamente acima dele este se curva para trás deixando o ventre passível ao ataque, essa é uma forma de um exemplar se submeter ao outro, lembrando que não há agressão, é somente um meio de mostrar "quem é que manda".

Alimentação: carnívoro, prefere, em sua dieta principalmente alimentos vivos. É muito exigente no regime alimentar, pois quando não gosta da comida, prefere deixar-se morrer de fome. Cada exemplar tem paladar diferente e é preciso adivinhar do que é que ele gosta. Um, só come tubifex, outro só come pequenos barrigudinhos, outro tem marcada preferência por larvas de mosquito, etc. Se forem habituados desde pequenos com um tipo de alimentação seca, não terão tanto luxo terminando até por vir comer na mão do dono.
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Boca de fogo (Thorichthys meeki)

Boca de fogo esse seu nome deve-se a forte coloração vermelho fogo na parte inferior da boca, além disso, possui uma mancha preta na metade inferior de seu opérculo, o resto de seu corpo possui uma coloração cinzenta azulada com pequenas machas pretas longitudinais. O aquário deve ser montado com muitas rochas, formando verdadeiras tocas, além disso, plantas são muito bem vindas, estas devem ser bem enraizadas e resistentes, pois possuem o hábito de revirar o substrato em busca de alimento, um substrato de areia fina é o mais indicado. No período reprodutivo o casal torna-se muito agressivo. Devido ao seu temperamento deve se mantê-lo com peixes semelhantes em tamanho e temperamento.

Thorichthys meeki

Nome Popular: Boca de fogo
Nome Científico: Thorichthys meeki
Família: Ciclídeos
Habitat: Guatemala, Yucatan
Sociabilidade: Solitário, casal
Comportamento: Agressivo, territorialista
pH: 6,6 ~ 7,5
Temperatura: 24º a 27°C
Dieta: Onívoro
Tamanho do Peixe: 12cm

Reprodução:
A reprodução ocorre facilmente em cativeiro desde que a fêmea aceite o macho. A fêmea depositará de 100 á 500 ovos sobre uma superfície que eles irão limpar, logo, o macho liberta o sêmen sobre os ovos fertilizando-os (uma pedra lisa dentro de uma toca é uma grande estimulo para a reprodução). A fêmea tomara conta dos ovos e o macho ficara em suas proximidades os protegendo de qualquer intruso que entre em seu território. Passados dois dias os ovos eclodem e dão então lugar aos alevinos que começam a nadar ao final de 5 dias. Os alevinos crescem rápido, sempre debaixo do olhar atento dos pais e quando atingem 8 cm já estão sexualmente maduros. A coloração dos filhotes é mais prateada com toques azulados, com o passar dos tempos vai ganhando mais cor, principalmente o vermelho abaixo de sua boca. Os machos são maiores que as fêmeas e possuem as cores mais fortes, além de possuírem as nadadeiras anais e caudais mais longas. Um par saudável pode se reproduzir até cinco vezes ao ano.
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Acará Bererê (Mesonauta festivus)

O Acará Bererê é realmente um belo peixe. A coloração básica varia do amarelo ao verde-oliva, com seis bandas verticais, escuras. Uma faixa preta, oblíqua, o atravessa do canto da boca até à ponta dorsal. As nadadeiras são amareladas, com pintas marrons e brancas. Atingem 12 cm de comprimento.


Imagem: Google.

Nome Popular: Acará Bererê
Nome Científico: Mesonauta festivus
Família: Cichlidae (Ciclídeos)
Origem: Amazônia
Sociabilidade: Casal ou Grupo
Comportamento: Pacífico
pH: 6,4 a 6,8
Temperatura: 20° a 27°C
Dieta Onívoro
Tamanho do Peixe: 15 cm
Reprodução

Ovípara e cuida da prole. Não é tão fácil a sua reprodução, que se processa conforme o dito para a espécie anterior, mas há chances de que se acasale se for bem alimentado com minhocas. O macho se conhece pela dorsal bem mais pontuda e a fêmea apresenta a papila genital (uma saliência no ventre) mais larga e bem visível enquanto que a do macho é diminuta e em forma de um ponto. Além disso, possui as nadadeiras mais longas.

• Informações adicionais: São ciclídeos tímidos que podem passar boa parte do tempo escondidos até estarem totalmente habituados ao aquário. É uma espécie bastante atraente, principalmente pela presença da tarja negra desde sua boca até próximo a nadadeira dorsal.

São relativamente pacíficos, podendo compartilhar o mesmo aquário com outras espécies pacíficas. Podem compartilhar aquário com peixes menores (variável), desde que habituados desde juvenis com a presença de peixes menores e os mantenha bem alimentado.

Aquário deverá possuir presença de vegetação abundante, incluindo plantas flutuantes, criando zonas sombrias. Troncos e rochas também podem ser utilizados como decoração simulando seu ambiente natural.
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Acará Bandeira (Pterophyllum scalare)

O Acará Bandeira tem uma coloração brilhante do Bandeira é compensada pelo seu exclusivo e lindo conjunto de barbatanas, e pela variedade de padrões que foram desenvolvidos ao longo de décadas de cruzamento seletivo. O Acará-bandeira é um dos mais populares peixes de água tropical doce. Considerado por muitos o aristocrata dos aquários, este peixe transformou-se numa dor de cabeça para os ictiologistas e aquariófilos, pois sob a mesma forma e igualdade de colorido foram descobertas três espécies diferentes: P. scalare , P. eimekei e P. altum . As diferenças são pouco aparentes para os aquaristas menos avisados, já que tudo parece limitar-se à quantidade de escamas e raios das nadadeiras. É realmente o príncipe dos aquários, pelo seu porte majestoso, elegância no nadar e inusitada beleza. O corpo, muito alto e achatado dos lados, praticamente emenda com as nadadeiras dorsal e anal. Três listras verticais , pretas, sobre fundo prateado, olhos vermelhos e longos filamentos nas nadadeiras pélvicas, completam o conjunto. Atinge o tamanho de 15 cm .


acara_bandeira_peixe

 

                                 
Nome Popular: Acará Bandeira
Nome Científico: Pterophyllum scalare
Família: Cichlidae (Ciclídeos)
Origem: Amazônia
Sociabilidade: Casal ou Grupo
Comportamento: Pacífico
pH: 6,8 a 7,0
Temperatura: 20 a 32ºC
Dieta Onívoro
Tamanho do Peixe: 15 cm

Hábitos:
peixe pacífico, se bem que não se deva confiar nele em companhia de outros menores. É um tanto temperamental, às vezes fica parado na parte traseira do aquário, não significando necessariamente que esteja   doente. O que acontece é que se assustam facilmente, principalmente os mais velhos.  Gostam de ficar em grupos.

Reprodução: Ovíparo, Aparentemente não há dimorfismo sexual. A agressividade e territorialidade são manifestadas principalmente na época da reprodução, onde protegem seus ninhos e filhotes com grande ferocidade. A fêmea deposita os ovos aderentes no local de postura, enquanto o macho os fertiliza. Os ovos São postos nas folhas das plantas ou em tubos de vidro, pintados de branco, imitando raízes aquáticas. Os filhotes são vigiados pelos pais até à adolescência. Com a idade de trinta dias ainda não adquiriram o aspecto característico dos adultos, parecendo mais um ciclídeo comum. A reprodução se torna simples quando encontrarmos o par certo para o acasalamento. Como a distinção dos sexos é extremamente difícil, deve-se adquirir pelo menos 6 exemplares e observar por algum tempo o casal que se formou.  O par estará sempre junto e tentando expulsar outros peixes por perto. Este é um sinal que o par vai acasalar. Se o aquarista puder ajudar,  as chances da desova  ter sucesso é grande em um aquário comunitário. Geralmente os Bandeiras desovam em vidros ou troncos, e protegem os ovos bravamente. Se não possuir peixes predadores, terá tempo de acompanhar a desova e algumas horas depois pode retirar com ajuda de uma mangueirinha sugando-os para um outro aquário onde acontecerá a eclosão (três dias depois da desova), já que neste ponto não se faz mais necessário a presença dos pais. O aquário de reprodução deve ter apenas equipamentos obrigatórios (inclusive um filtro biológico de espuma) com uma temperatura da água igual a de onde foi retirado os ovos. Gradativamente o aquarista deve corrigir essa temperatura a 28 graus. A água também deve ser do aquário de origem, para que os ovos não corram o risco de variações violentas de condições da água.  Após a eclosão os alevinos, ainda permanecerão com o saco vitelino e grudados em qualquer o parte do aquário, devemos usar uma oxigenação e movimentação da água bem fraca.  Devemos retirar os ovos "gorados" (os brancos opacos) para que não prejudiquem os fecundados. A natação livre dos alevinos será após três dias da eclosão e o aquarista deverá alimenta-los  imediatamente depois que perderem o saco vitelino com nauplius de artemias eclodidas na hora.  Deve-se calcular os dias exatos da eclosão tanto dos bandeiras como das Artemias, para que você não fique sem poder alimenta-los após a natação livre dos alevinos.  Apenas depois de 20 dias, poderemos mudar a dieta dos Bandeiras com rações para filhotes.


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Abramites (Abramites hypselonotus)

O Abramites é um peixe muito bonito e interessante. Com seu hábito de nadar a 45º olhando para baixo, chegando às vezes a nadar na vertical, torna-se também um peixe muito diferente. Gosta de muito espaço para nadar e de alguma correnteza. É extremamente resistente, já passou por todas as minhas barbaridades aquarísticas, desde aquários pequenos, mudanças de pH e temperatura, até picos extremos de amônia. Apesar de algumas fontes dizerem que deve ser mantido em cardumes, outras dizem que são agressivos com membros da mesma espécie. Mantenho um espécime de 10cm em um aquário comunitário, junto com peixes menores e Acarás-Disco selvagens. Ele nunca interage de forma alguma com qualquer outro peixe, ignorando completamente sua existência, com exceção dos discos. Talvez por ter padrão de cor parecido com eles (cor amarronzada e listras, além do tamanho compatível), ele frequentemente desafia o líder do cardume, num ritual interessante em que ambos nadam na mesma direção, um empurrando o outro. O abramites nessa ocasião abre bem a boca e as barbatanas, mas nunca ataca diretamente seu adversário. É onívoro e come bastante. Adora e devora em instantes rações em flocos, TetraBits, BottonFish, comida viva, legumes, como pepinos e folhagens, como alfaces. Infelizmente, tem o hábito de comer plantas do aquário, mas de forma muito seletiva. Devora rapidamente valisnérias e algumas Echinodorus, principalmente as de folhas compridas e estreitas. Gosta também de folhas jovens de Anúbias. Outras plantas são completamente ignoradas ou são comidas muito esporadicamente. Por fim, é um peixe muito inteligente, parece entender minhas intenções para com ele, se escondendo quando trago uma redinha e aparecendo quando trago comida. Muda de temperamento muito facilmente, podendo ficar tímido durante horas parado num canto do aquário, como pode passar horas nadando e dando voltas por todo canto.

Abramites hypselonotus


Nome Popular: Abramites
Nome Científico: Abramites hypselonotus
Família: anostomidae
Origem: Bacia Amazônica.
Sociabilidade: Casal ou Grupo
Comportamento: Pacífico
pH: 6,6 a 6,8
Temperatura: 24º a 30ºC
Dieta: Onívoro
Tamanho do Peixe: 14 cm

Hábitos

Se mantém a maior parte do tempo nadando em posição de 45º. Muito social, dificilmente ataca ou perturba outros peixes com natação ativa, mas ocasionalmente pode correr atrás de peixes parados no fundo como cascudos. No aquário, deve ser mantido em grupos de pelo menos 3 exemplares, para que não se sinta só.

Reprodução
Ovíparo. A distinção de sexo é muito difícil assim como sua reprodução em cativeiro.

Referência

Aquarobby
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Guarú (Phalloceros caudimaculatus)

O Guarú é conhecido popularmente como  Lebiste Selvagem, barrigudinho ou simplesmente Guarú, é um peixe facilmente encontrado em boa parte do território Brasileiro, desde aquele laguinho no meio do mato até rios maiores. Muitas vezes não possuem padrão de cor definido, sendo comum encontrá-los nas cores verde, azul, laranja e vermelho e não raramente, todas as cores no mesmo peixe. Este peixe foi espalhado no Brasil inteiro como forma de combate a larvas do mosquito transmissor da dengue, por ser um peixe muito resistente suportando água poluída e com baixo teor de oxigênio. Atualmente é muito comum encontrar variedades híbridas devido o cruzamento entre a variedade selvagem e de cativeiro.
Estes peixes não crescem muito, ficam no máximo com quatro centímetros, são rústicos e resistem à variações no ambiente; além disso, reproduz muito rápido, o que facilita a sua disseminação e sobrevivência. Seu alimento principal é a larva do mosquito conhecido como muriçoca, que vive na superfície da água.




Nome Popular:Barrigudinho
Nome Científico:Phalloceros caudimaculatus
Família:Poecilidae
Habitat:Brasil, Venezuela
Sociabilidade:Casal, Grupo
Comportamento:Pacífico, Comunitário.
pH:6,8 ~ 7,4
Temperatura:25º a 29°C
Dieta:Onívoro
Tamanho do Peixe:5cm

Reprodução: Vivíparo. As fêmeas são de um tom verde-oliva e bem maiores do que os machos. A reprodução, como em qualquer poecilídeo ocorre com relativa facilidade. A fecundação da fêmea é interna, onde o macho fertiliza a fêmea através de sua nadadeira anal modificada (gonopódio). A gestação dura entre 28 a 40 dias, quando os filhotes serão expelidos pela fêmea, nascendo totalmente formados. Uma curiosidade é que fêmeas selvagens se inseridas com machos domésticos e selvagens misturados, irão recusar os machos selvagens. Isso é possível devido o macho doméstico possuir coloração mais forte que o selvagem.

Curiosidades: Aqui no nordeste esse peixe é usado no combate contra o mosquito da dengue, e tem dado um resultado muito satisfatório, e está espalhando por todo o Brasil.
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