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Filtro de plantas - solução barata e natural para o equilíbrio do aquário

A foto acima mostra uma alternativa simples e barata de prover o controle de algas no aquário por excesso de nutrientes, entre outras vantagens . Trata-se de um filtro de plantas constituído por uma floreira de plástico que fica acima do nível da água do aquário. Para construí-lo basta colocarmos uma bomba submersa de baixa vazão dentro do aqua (uma bomba de 180 l/h já é suficiente para um aquário de 300 litros) . Esta bomba capta a água do aquário e joga esta água dentro do filtro de plantas . No filtro de plantas existe uma saída de água (pouco abaixo do nível da entrada ) que leva a água por gravidade de volta ao aquário


As principais vantagens de um filtro de plantas são as seguintes:

1 - Extremo auxílio no controle de algas (as plantas absorvem principalmente nitratos e fosfatos pelas raízes, passando a competir com as algas por nutrientes, realizando um processo denominado Aquaponia.

2 - Plantas também absorvem amônia e algumas podem absorver metais pesados (aguapé, por exemplo).

3 - Não alteram o ph, pois o CO2 assimilado pelas plantas não vem da água e sim do ar, pelo fato das folhas estarem emersas .

4 -
O filtro de plantas atua também como filtro mecânico (as plantas retém partículas em suas raízes) e biológico (as raízes oferecem superfície de contato para a fixação de bactérias) .

5 - É muito interessante a introdução de algumas plantas aquáticas no referido filtro, podendo o aquarista admira-las em sua forma emersa (fica muito legal o contraste quando esta planta encontrar-se na forma submersa dentro do aquário ).

6 - Existe a possibilidade de levar o filtro de plantas para uma área externa (ele não tem necessariamente que ficar em cima do aquário) - deve apenas situar-se acima do nível da água do aquário. Com isto o aquarista pode coloca-lo em um local com iluminação natural, por exemplo e introduzir plantas com excelente capacidade de retenção de nutrientes (como o agua-pé, a pistia, a salvinia, o mini papiro, etc...)

7 - Se o filtro de plantas ficar dentro de casa com iluminação ambiente, as plantas utilizadas poderão ser o lírio da paz, a jiboia, algumas echinodorus, etc...)

8 -
As plantas tendem a florir quando encontram-se em sua forma emersa (o que dá um contraste muito bonito com o aquário) .

9 - 0 filtro de plantas pode também atuar como viveiro de mudas a serem introduzidas posteriormente no aquário.

10 - Baixo custo e facilidade de construção.

Poderíamos enumerar inúmeras outras vantagens do filtro de plantas, mas deixaremos que o próprio aquarista descubra. Eu já usei e recomendo .
Alerto entretanto, que o Aquarista não deve encarar o filtro de plantas como único meio de filtragem em um aquário. Diversos outros fatores influem como população, tipo de peixes, etc...

Fonte: Aquablog
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Acanthurus Achilles Shaw

Os acanthurus apresentam geralmente, corpo alto e afilado no sentido lateral com a região dorsal sempre convexa, ornamentada por longa barbatana; sua mais marcante peculiaridade é a presença de uma lâmina, afiada, posicionada em sentido obliquo no pedúnculo caudal. Esta lâmina, com a qual o peixe se defende com rápidos golpes laterais, pode ferir seriamente seus agressores. Sempre, esta lâmina é de cor bem contrastante ou mais forte que a cor do peixe.
O Acanthurus é dotado de pequena boca terminal, com quase sempre a aparência de um bico.




Nome Popular: Acanthurus - Aquilles
Nome Científico: Acanthurus Achilles Shaw
Familia: Acanthuridae
Habitat: Pacífico, do Havaí às Filipinas e China.
Densidade da Água: 1,023 a 1,025 Dh
Comportamento: Pacífico
pH: 8,0 a 9,0
Temperatura: 24ºC a 26ºC
Dieta: Onivoro
Tamanho Máximo do Peixe: ??

TípicasPossui marcas vermelhas brilhantes e os jovens, cores mais pálidas ou sombreadas.
Difícil de ser encontrado em lojas de aquários, como os membros da sua família, tem boa resistência em cativeiro, é de fácil trato e pode chegar a viver bastante tempo.
Melhor adaptado em aquários grandes, pois é territorial, mas sem problemas com os demais ocupantes.

Sociabilidade
Os Acanthurus, são peixes que gostam de movimento, por isso, necessitam de bastante espaço no aquário. São peixes extremamente territoriais, pelo que recomendamos a manutenção de um único espécime num mesmo aquário.
Adapta-se muito bem com peixes de outras famílias (inclusive pequenos), mas não deve ser colocado junto com invertebrados (spirografes, estrelas, camarões e outros).

Alimentação

Na natureza, alimentam-se principalmente de algas que se incrustam nos corais, e algas filamentosas. Evidentemente, as algas verdes presentes no aquário, não serão suficientes para alimentá-los. Podemos suprir esta falta com espinafre, alface e plantas aquáticas tenras de água doce.
Os Acanthurus aceitam também alimentos de origem animal, como camarão, artêmias, tubiflex, carne de peixe, etc. A aclimatação dessa família não vem a ser tarefa muito difícil, procure sempre exemplares mais jovens, e mantenha sua dieta o mais próximo possível da natural.
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Donzela Azul

Os Donzelas, são dos menores peixes encontrados nos mares tropicais e nos bancos ou recifes de corais, São territoriais, defendem seu pedaço com valentia e ferocidade. Andam só ou em cardumes. Alguns vivem em simbiose com anêmonas do mar, entre seus tentáculos, que na olhe fazem mal.
São talvez, os melhores peixes para principiantes. A maioria desses peixes é de um colorido brilhante, oriundo das cores vermelha, verde e violeta. Estão entre os primeiros peixes marinhos a desovarem e serem criados em aquários. São muito resistentes, inclusive aos nitritos.


Nome Popular:Donzela Azul
Nome Científico:Abudefduf assimilis
Família:Pomacentridae
Habitat:Filipinas
Densidade da Água:1.023 a 1.025
Comportamento:territoriais
pH:8,8 ~ 9,0
Temperatura:24 ~ 27 ºC
Dieta:Podem ser carnívoros ou herbívoros, mas a maioria é onívora
Tamanho Máximo do Peixe:5cm



Particularidades: É um dos mais resistentes, sendo indicado para aquários com filtro biológico, no seu período de maturação. É bastante agressivo e territorial.

Características Típicas: É azul brilhante com uma fina risca preta sobre os olhos e a parte debaixo do corpo de um amarelo pálido.
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Aquariofilia ligado a educação de Jovens do Ensino Fundamental e Médio.

Autor
Anderson Felipe Borges

Objetivo
Mostrar como um simples aquário pode ser utilizado como material didático, possibilitando a aprendizagem de matérias do ensino Fundamental e Médio.

Introdução

Um aquário é a única forma de trazer para casa um elemento vivo da natureza sem causar qualquer problema em particular. Não existe outro hobby como o aquário, que nos ofereça a possibilidade de viver diariamente em contato com a natureza, ter um aquário requer alguns conhecimentos básicos.
Através de um tanque podemos construir, no interior de nossas casas, parte de um mundo fascinante e, até certo ponto, desconhecido. Um aquário é um pequeno local, a princípio artificial, mas que a partir dos primeiros dias depois de montado vai criando uma biologia própria e vai se transformando como um pequeno pedaço de rio ou de lago. Os peixes no aquário, longe dos predadores naturais, encontram um ótimo habitat para a vida, o crescimento, o desenvolvimento e para a reprodução.
O Aquarismo que conhecemos sofreu grandes mudanças e adaptações evoluindo para novas vertentes. Hoje em dia, podemos encontrar vários estilos de aquários: Aquário Comunitário, Marinho, Biótopo, Ciclideos Africanos e Americanos e os belos aquários Plantados onde dentro deste estilo se encontram Sub-estilos como o Nature Aquarium e o Holandês.
Neste trabalho iremos focar nos aquários plantados e mostrar como simples, porém belos aquários são capazes de irem além, possibilitando o uso como material didático em escolas do ensino Fundamental e Médio, estimulando crianças e jovens a pensarem e verem com seus próprios olhos a fotossíntese de uma planta aquática, os vários tipos de algas e o principal conscientizarem seus alunos nesta época de seca que o Estado de São Paulo vive, sobre a
preservação Ambiental. O aquário se torna tão abrangente que pode ser usado em quase todas as áreas do Ensino Fundamental e Médio como: Matemática, Química, Física, Historia, Educação Artística, Educação Ambiental e Principalmente Biologia.

Definição de Aquários
Aquário Comunitário: Onde vivem peixes e plantas de diversas espécies, independente de seu lugar de origem.


Aquário Marinho: simula um ambiente marinho ou oceânico


Aquário Biótopo: Onde estão reunidos peixes e plantas que pertencem a um mesmo habitat, com o fim de recriar um determinado ambiente.


Aquário Ciclideos Africanos e Americanos: Aquário de peixes com alto PH acima de 7.8


Aquário Plantado: Seguindo a estética japonesa, relacionando-se com representações simbólicas de aspectos da natureza e procurando um equilíbrio orgânico entre os vários elementos.

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Foto: Aquário de Anderson Felipe Borges, 9ºColocado Categoria Amador CAAQ-Brasil.
14º Colocado Categoria Profissional CPAQ-São Paulo


A Historia da Aquariofilia.

As raízes da aquariofilia surgiram muito antes do que podemos pensar, esta prática teve inicio em um povo muito antigo, os sumérios foram a primeira civilização conhecido a dar inicio à aquacultura. Os sumérios capturavam os peixes e mantinham-nos nos tanques para sua conservação para utilização como fonte de alimento.
A civilização egípcia nasceu próxima do Rio Nilo, onde foi possível encontrar testemunhos de arqueólogos que levam a pensar em praticas de adivinhação baseadas no comportamento dos peixes. Nas gravuras descobertas, estavam
grandes tanques de vidro com peixes associados a rituais mágicos, como a adivinhação das cheias do Rio Nilo por parte dos astrólogos, embora também se usassem esses tanques como reserva de alimento.
A aquariofilia na civilização grega herdou muitos dos conhecimentos e praticas dos egípcios. Assim, os peixes continuaram a ser alvo de observações cientificas. Através de Aristóteles a aquariofilia continuou seu desenvolvimento, Aristóteles dedicou parte do seu estudo cientifico a está temática; os peixes de aquário foram estudados e classificados em mais de cem espécies diferentes com base nos peixes existentes no mar Egeu. Aristóteles catalogou 115 espécies de peixes e considera-se essa época como precursora do surgimento da Ciência que hoje conhecemos como Ictiologia, ou seja, o estudo dos peixes que é um dos braços da Biologia.
Sua Classificação era muito rudimentar baseando-se nas cores, no tamanho ou formato dos espécimes. O povo romano, apaixonado pelos costumes exóticos que foram trazidos das regiões mais recônditas do Império, deixou-se seduzir completamente pela pratica do aquarismo sendo o primeiro povo a manter tanques de agua salgada. Os romanos fizeram uma das mais importantes alterações no que diz respeito ao nascimento do aquário: substituíram um dos lados dos tanques por uma superfície em vidro, que lhes dava uma melhor visão dos peixes. Ulizando peixes de forma estética em suas casas.
Com viagens de Marco Polo no século XIII trouxe testemunhos de praticas orientais (chineses) que criavam peixes em tanques de vidro. Este fascínio centrava-se numa espécie de peixe criado em cativeiro e que até ai era desconhecido na Europa: o Carassius Douratus (peixe dourado). Um pouco mais tarde na china no século XVI, escreveu o primeiro livro sobre peixes: o “Livro dos Peixes, Vermelhos” de Chang Chi En-Tê. Nessa obra surgem curiosas instruções sobre como criar e alimentar peixes em aquário. Tratou-se do verdadeiro pioneiro da aquariofilia.
No Japão houve o desenvolvimento do cultivo de carpas, Cyprinius Carpio, espécie-prima do peixe japonês onde também foram muito melhoradas.


Foto: Cyprinius Carpio

Desenvolveram as Nishikigoi, que significa, aproximadamente, carpa ornamentada com brocado

Foto: Nishikigoi

Ainda hoje ambas as espécies são alvo de muitos aficionados pelo aquarismo, sendo cada vez mais aperfeiçoadas, fazendo alguns exemplares alcançarem exorbitantes cifras (carpas senis com uma coloração perfeita, em campeonatos, chegam à casa dos milhares de dólares).
O aquarismo continuava se aperfeiçoando, mas ainda contava com técnicas muito rudimentares. Lamparinas de querosene ou bicos de gás eram colocados sobre os aquários, com o intuito de aquecer os pobres peixes. Nessa época Séculos XV ao XIX não havia eletricidade na Europa, china e Japão, mas espécies tropicais estavam sendo domesticadas, e o “hobby” estava se tornando cada vez mais popular.
Quando surgiu a eletricidade, no século XX, os aquários começaram a dar aos peixes mais conforto, pois já estavam inventando alguns aquecedores rudimentares, junto com uma iluminação precária. De 1900 em diante, o Aquarismo conhece um desenvolvimento considerável.
Deve-se ao célebre biólogo Carlos Lineu o triunfo da pratica da aquariofilia na Europa, em pleno século XVIII. Interessado em classificar o maior numero possível de animais existentes na terra, Lineu criou um sistema de classificação dos peixes que ainda hoje é utilizado. A sua taxonomia envolvia a classificação dos peixes por género e espécie.
O aparecimento dos aquários, foi na sequencia dos estudos de Carlos Lineu, no século XIX, surgiram os primeiros aquários com formato e utilização tais como os conhecemos hoje. No século XIX, foi bastante prolífico em relação a descobertas sobre manutenção de peixes ornamentais. Em 1850, Robert Warington publicou as suas descobertas sobre como manter um ambiente estável num aquário. Em 1854, surgiu pela primeira vez a palavra “Aquário” empregada por Philip Gosse, um naturalista britânico no seu Livro “The Aquarium: An Unveiling of the Wonders of the Deep Sea”.
Em 1874 o norte-americano William Thorton Innes foi o autor do primeiro tratado de aquariofilia “Exotic Aquarium Fishes”, onde se classificam os peixes de aquário cuja criação se tornava viável em boas condições e neste mesmo ano W.T.Innes, publicou o seu livro “Exotic Aquarium Fishes” que veio revolucionar o mundo da aquariofilia.
Na Europa, davam-se os primeiros passos na construção dos primeiros aquários públicos. No ano de 1852 foi construído em Londres o primeiro aquário publico, na Lodon Zoological Society.
Ter um aquário em casa tornou-se então uma moda na Inglaterra vitoriana de finais do século. A partir daí os aquários começaram a ser fabricados de uma forma cada vez mais sofisticada. Atualmente, esta pratica está difundida por todo o mundo com as mais variadas intenções: estética, cientificas e até terapêuticas.
Nos Estados Unidos, aquaristas como William Thorton Innes fizeram surgir a “Primeira Sociedade de Aquariofilia de Peixes Tropicais”. Neste país o aquarismo conheceu grande desenvolvimento.
Somente em 1922 o Brasil conhece sua primeira exposição de peixes, na Exposição da Independência, na qual os japoneses exibiram seus belíssimos exemplares de carpas e kinguios em aquários, causando impacto e despertando interesse de muitas pessoas. Essa atividade por aqui era inédita.
Em 1934, um alemão radicado no Brasil fundou a primeira loja especializada em peixes ornamentais.
Atualmente a tecnologia aquaristica mundial encontra-se muito aperfeiçoada e em franco desenvolvimento, principalmente nos Estados Unidos e Alemanha detentores de tecnologia de ponta, o que nos permite criar de um simples peixe-japonês até um complexo aquário marinho ou plantado com delicadíssimas espécies de corais, esponjas, outros invertebrados, plantas e peixes. Com o tempo o uso de plantas em aquários foi sendo utilizado com maior frequência e com Takashi Amano considerado o Mestre do Aquapaisagismo, começaram a surgir novas espécies de plantas, peixes e invertebrados inclusive algumas espécies foram descobertas pelo próprio Takashi Amano, sendo que algumas delas levam seu sobrenome.


Foto: Takashi Amano considerado pai do aquapaisagismo

   
Foto: Echinodorus tenellus "Amano"

Foto: Camarão Takashi Amano

O Aquapaisagismo ligado a educação de crianças e jovens.

O aquarismo/aquapaisagismo com o passar dos anos vem sendo utilizado de diversas formas, seja ela como reservatório de alimento, fonte de estudos
científicos como no caso de Carlos Lineu, como uma ferramenta didática, isso mesmo um material didático que escolas do Brasil e Portugal vêm usando está pratica para incentivarem seus alunos em suas salas de aula. Através deste método alunos terão que colocar a mão na massa e irão ver com seus próprios olhos como e quando acontecem muitas coisas que antes não percebiam ou não sabiam que acontecia. Nas escolas Leonardo Da Vinci, Monteiro Lobato, Vale Verde e Vitorino Roggia, localizadas no Estado do Paraná, foi possível realizar laboratórios através do aquário estimulando o trabalho em equipe além de trabalhar muito com a responsabilidade, pois nestas escolas utilizou-se um aquário para permanecer montado e o grupo de alunos responsável por este, teria que cuidar, alimentar e fazer as devidas manutenções deste aquário e a cada semana apresentar um relatório ao professor, sobre como estão os parâmetros físicos, químicos e biológicos. Algumas escolas costumam levar seus alunos para visitarem aquários, como o aquário de santos entre outros, onde alunos podem ver os animais pessoalmente e de forma ativa saindo da teoria que os livros mostram e passando a vê-los pessoalmente, identificando seu tamanho, cor e “habitat natural”. Com o auxilio destas praticas escolas visam a introdução das crianças de 3º e 4º anos no mundo da biologia aquática, mostrando lições de responsabilidade, inspirados no fascinante hobby da aquariofilia, incentivando assim noções de ecologia e preservação dos rios e mananciais da região.
Obs:Devido aos Direitos Autorais, segue abaixo o link do projeto.
Projeto de Aquariofilia nas Escolas de Palotina-PR

Em Portugal escolas levam frequentemente seus alunos a instituição “Koi Park”, onde realizam atividades envolvendo aquários e animais aquáticos. Na instituição “Koi Park” participam de atividades que incluem:
Reconhecimento de todos os biótopos aquátipos de lagos de diversos continentes: asiático, africanos, americanos, australianos.
• conhecimento da biodiversidade peixes e plantas
• reconhecimento da vida aquática
• sustentabilidade dos recursos
• Identificação geográfica através da proveniência dos peixes
• Abordagem do ciclo reprodutivo dos peixes
• Reconhecimentos de plantas marginais e aquáticas.
Instituição Koi Park

Em Portugal na Escola Daniel Sampaio, com o auxilio da comunidade conseguiu doações para montar o Clube do Biomuseu, onde seus alunos desenvolvem muitas atividades com o auxilio do aquário.
Projeto Biomuseu - Clube de Aquariofilia

A escola possui vários aquários dentre eles um aquário comunitário, onde os alunos podem encontrar uma grande diversidade de peixes e acompanhar o desenvolvimento e os vários tipos de reproduções dos peixes, ovovivíparos, ovíparos e vivíparos, além de estimular seus alunos nas disciplinas de Biologia, como a Zoologia e a Botânica (Plantas Aquáticas).

Foto:Fêmea de peixe Guppy (Lebiste)
Reprodução Vivípara

A escola Daniel Sampaio também realiza com o Clube da Pintura trabalhos de identificação de peixes através de desenhos e estimulam o trabalho em grupo e a participação de seus alunos em peças de teatro envolvendo o tema Aquariofilia.

Projeto Biomuseu - Clube de Aquariofilia

Podemos utilizar o aquário plantado de diversas maneiras procurando estimular nossos alunos em varias matérias do ensino fundamental e médio. Como por exemplo: Matemática, Física, Química, Historia, Educação Artística, Educação Ambiental e claro Biologia.

Matemática: Podemos estimular nossos alunos na aprendizagem de geometria através de calculo de volume e área, além de estimular nossos alunos á técnicas do aquapaisagismo como no calculo do ponto de ouro, ensina-los a montar um aquário plantado utilizando figuras geométricas visando colocar seus objetos e plantas em pontos focais gerando destaque e harmonia para o aquário.
Para calcularmos o ponto de ouro, basta dividir o comprimento e altura do aquário/1,618, isso nos dará o chamado ponto de ouro.

Foto: Formula que alunos deverão utilizar para calculo de área de aquários com formato geométrico
 
Foto: Utilização de figuras geométricas visando colocar plantas e objetos em pontos focais do aquário

Física: Estimular nossos alunos na montagem de instalações elétricas alem de trabalhar com cálculos de Energia e terem uma noção básica envolvendo
Amperes e Watts. Podemos também utilizar a física para que os alunos calculem quantos Watts/Litro à na água de seus aquários a fim de evitar possíveis deficiências nas plantas devido à baixa ou alta luminosidade para evitar o surgimento de possíveis algas e o mau desenvolvimento das plantas, mostrar a importância de observarmos qual o fluxo de lumens de uma lâmpada e a temperatura de cor, pois através destas especificações o aluno poderá observar qual lâmpada é melhor para sua flora e/ou fauna, além de calcular temperaturas de grau Celsius (ºC) para Kelvin (ºK).


Foto: Circuito Eletrico


Foto: Calculo de Eletricidade


Foto: Escala de temperaturas ºC, ºK,º F

Química: Podemos estimular nossos alunos a aprenderem noções de química o que pode ser muito mais fácil de ensinar se estimulados com algo que esteja em seu cotidiano e, além disso, para manter a saúde de seus peixes, plantas e do aquário em geral. Com o auxilio da química nossos alunos deverão aprender a calcular e usar mini béqueres além de soluções químicas para monitoramento de seu aquário; deverão saber o conceito e medir, PH, KH, Quantidade de Co2 e O2 dissolvido em agua. Aprender a calcular o volume do aquário para possível tratamento de doenças que peixes venham a ocorrer. Observar níveis de Amônia, Nitrito e Nitrato além de estimulados a saberem como se forma tais substancias que são extremamente toxicas para peixes e principalmente à invertebrados.
Calculo de fertilização para saberem o quanto devem dosar em seus aquários para evitarem possíveis problemas. Diferenciar e qual a função de macro e micro nutrientes.


Foto:Teste de Ph


Foto:Teste de Kh


Foto:Tabela de PHxKH e para sabermos quanto de Co2 à dissolvido em água.


Foto:Tabela de Ph

Historia: Através de trabalhos para saberem como surgiu e para que fosse utilizado o aquário desde as primeiras civilizações. Como surgiu o vidro, eletricidade.

Educação Artística: Estimular os alunos a identificarem espécies através de desenhos e desenvolver trabalhos em grupo com o auxilio de apresentações de teatro

Educação Ambiental: Neste tempo de seca que o estado de São Paulo vive acredito ser uma das matérias mais importantes, pois podemos conscientizar nossos alunos sobre cuidados que devemos ter com nossos lagos, rios, mananciais e recursos hídricos. Com a conscientização que os alunos receberão em sala de aula podemos posteriormente alcançar sua família.

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Foto: Rio Mogi Guaçu em Porto Ferreira e Cachoeira de Emas, mostrando o antes e depois da estiagem.


Foto: Foto Atual do antes e depois do Rio Mogi Guaçu em Porto Ferreira - SP.

Biologia: Podemos mostrar os vários tipos de algas que podemos encontrar em um aquário plantado, lagos ou rios além de mostrar como elas surgem e como combate-las.


Foto: Alga Cianobactéria (Alga Azul)


Foto: Material utilizado para criação de bactérias Nitrificantes.
Foto: Bactéria Nitrossomona


Foto: Bactéria Nitrobacter

Mostrar como ocorre o ciclo do Nitrogênio que é muito importante para nossa sobrevivência, porém mostrar como ele ocorre no aquário plantado.

Foto: Mostra como ocorre o Ciclo do Nitrogênio em um aquário plantado.

Mostrar ao aluno como é a fotossíntese de uma planta aquática



Foto: Plantas aquáticas realizando a fotossíntese e liberando O2.

Abordar assuntos da Ictiologia, Ictiopatologia e Taxonomia e os vários tipos de plantas aquáticas existente de mananciais, rios e lagos e identificar possíveis deficiências de plantas aquáticas.

Foto: Peixe com uma das doenças mais comuns em aquários, Ictio.


Foto: Planta aquática Blyxa Japônica

Foto: Planta aquática Aguapé muito comum em rios e lagos.

Conclusão

Durante a realização da pesquisa sobre aquariofilia pude verificar que está é uma atividade bem antiga praticada por varias civilizações. No começo a sua função era para manter animais vivos em cativeiro como fonte de alimento, adoração e/ou apenas esteticamente.
Porém, a aquariofilia deixou de ser apenas um passatempo ou um hobby e podendo ser utilizando como material didático. Sendo muito bem utilizado em escolas do estado do Paraná e em Portugal onde professores e alunos realizam inúmeros trabalhos envolvendo aquariofilia e como uma nova ferramenta pedagógica. Foi possível perceber que as praticas pedagógicas são interdisciplinares além de despertar maior interesse dos alunos, pois eles poderão verificar na pratica os conceitos aprendidos em sala de aula envolvendo diferentes áreas do conhecimento podendo colaborar para a conscientização ambiental dos estudantes.

Bibliografia

http://aquariovirtual.com/artigo/historia-da-aquariofilia
http://www.saudeanimal.com.br/artigo_luigi_aquarismo.htm
http://www.arcadenoe.pt/artigo/nascimento_do_aqu_rio/364
http://aaventuradaaquariofilia.blogspot.com.br/2010/02/os-peixes-comecaram-ser-criados-em.html
http://www.zsl.org/zsl-london-zoo/schools/education-sessions/hands-on
http://koipark.pt/visitas-de-estudo/
http://biomuseu-clubedeaquariofilia.blogspot.com.br/
http://semecpalotina.blogspot.com.br/2011/11/projeto-de-extensao-divulga.html
http://palotinapress.com.br/noticia.php?id=1570
http://www.folhadepalotina.com.br/palotina/1501-projeto-de-extensao-divulga-aquariologia-em-escolas-municipais.html
http://diarioms.com.br/aquario-pantanal-recebera-visitacao-de-alunos-de-escolas-estado/[/size]
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Elementos de composição do layout


Troncos e Galhos



Partes de árvores se deteriorando são facilmente encontradas em rios que passam por áreas arborizadas, e estas peças de madeira nos dão um senso de escala de tempo na natureza - o longo ciclo de viver-morrer-renascer do qual observamos breves fragmentos. Madeira apodrecida não é boa para qualidade da água, uma boa peça de madeira evoca um senso de tempo não humano. Na realidade, a madeira seca, parecendo fossilizada, pode nos dar uma forte impressão, esta qualidade pode nos inspirar durante o processo de criação do layout.

Disposição de Troncos e Galhos



Como flocos de neve, todo pedaço de madeira é diferente. Não há nenhum padrão definido para escolher um que seja perfeito. Porém, o primeiro aspecto a considerar é o tamanho. Pode ser melhor selecionar um ligeiramente menor do que você imaginou que precisaria, porque um tronco que é muito grande para um aquário assume e arruína o layout inteiro. Um que seja muito intricado também destoará do resto do aquário.

Há várias maneiras de planejar o uso de troncos. A primeira, selecionando um pedaço que seja atraente, ponha no tanque, e então construa o plano ao redor. Este normalmente é o modo como os novatos fazem. Outra opção é escolher primeiro a forma do layout, então procura-se uma peça que se encaixe. Profissionais normalmente seguem este caminho. Uma forma intermediaria seria escolher uma peça agradável, então tentar planejar o layout antes mesmo de levá-la para casa.

Os troncos devem ser colocados de forma que estes se apoiem contra a parede do aquário ou com várias ramificações sobressaindo. Isto dará mais dinâmica que a posição deitada, e até mesmo mais efetiva se o espaço atrás do tronco for aberto de forma a dar destaque.

Uma forma de dar vitalidade é plantar samambaias aquáticas, ou musgos, sobre o tronco. Esta é especialmente uma boa idéia ao usar um pedaço em cada lateral de um layout em forma de 'U' com ambos se alongando para o centro.

Ao usar um pedaço grande, no centro, como um toco de árvore velho, escolha um visual estável, e focalize a tensão criando uma composição dinâmica ao redor este centro quieto.

Pedaços longos, simples são bons apoios para pequenos montes de terra em planos triangulares. Tente coloca-los de modo a realçar suas linhas.



Revestindo Pedras e Troncos



Se pedras e troncos forem simplesmente colocados nus no aquário, eles tornarão o aspecto inicial muito cru. Parecerão antinaturais. Eles precisam ser vestidos a rigor com musgos ou samambaias de forma que eles se ajustem e pareçam envelhecidos.

Prenda musgo de salgueiro (Fontinalis) ou musgo de Java (Vesicularia) sobre as pedras ou troncos, colocando-os na superfície que será visível e prendendo-os firmemente com linha de algodão preta. O musgo por não ser tão grosso torna-se difícil de prender. Depois de um ou dois meses, a linha apodrece e solta-se, e o musgo já fixo se elevará em direção à superfície e continuará crescendo.

Outro método é inserir o musgo em rachaduras na madeira com um par de pinças. O resultado deve ser o mesmo mas o procedimento é mais demorado.

Para prender samambaias sobre os troncos, como Microsorium ou plantas como Anubias, que emitem raízes, use prendedores de plástico do tipo que são usadas para fechar sacos de lixo. Depois de um ou dois meses, elas devem ter estendido suas raízes na madeira. Cuidadosamente observe o quanto as raízes cresceram, e lentamente remova os prendedores quando estiver seguro.

Criando o Paisagismo Aquático



O estilo holandês de plantas aquáticas é baseado no senso estético Ocidental de formas ideais e simetria, enquanto o estilo natural transtorna o equilíbrio da composição intencionalmente e busca harmonia entre partes discrepantes.

Como eu [Amano] sempre enfatizei, a natureza é o melhor modelo para este estilo. A beleza em ordem que pode ser achada no caos de natureza se observada de perto e cuidadosamente é inacreditável. É [a natureza] a melhor mestra.

Criando o Primeiro Plano do Layout



Depois de desenvolver o olho observando a natureza, percebe-se que as plantas mais importantes em uma paisagem em miniatura são as plantas curtas, que chamaremos plantas de fundo. Estas compõem a base e preenchem o quadro. Layouts pobres normalmente são o resultado de um aquarista que não presta bastante atenção para as plantas de fundo, ou tem um modo antinatural de plantar.

Algumas das plantas comuns escolhidos como plantas de fundo são Echinodorus tenellus, Sagittaria subulata, Eleocharis, Glossostigna elatinoides, Cryptocoryne minima, C. rubra e C. nevillii entre outras.

Em tanques maiores, podem ser usadas algumas espécies que crescem um pouco mais altas, como E. Iatifolius, E. grisebachii, Anubias nana e C. wendti. Finalmente, é incomum, mas podem ser usados Riccia e musgo de Java que crescem em pedras ou madeira como plantas de fundo.

Plantas em Destaque



Plantas ligeiramente mais altas bem posicionadas no primeiro plano, com folhas de forma interessante amoldadas, como algumas de folhas largas tipo Echinodorus ou Anubias, no meio e fundo, pode emprestar para a composição inteira um senso de profundidade. Estas plantas conduzem o olho ao longo da composição aquática.

Naturalmente, o tamanho das plantas de fundo deverá varia entre um tanque de 60cm e um de 180cm , mas os tipos de plantas usadas como destaque também serão diferentes. Por exemplo, em um tanque de 60cm uma planta muito pequena como Glossostigma seria usada para a planta de fundo, e poderia ser realçado com Eleocharis que seria uma planta de fundo em um tanque maior no qual seria realçado por uma planta ligeiramente maior.

A única regra geral é não usar plantas longas como destaques, a menos que as folhas desenvolvam-se perto da base do talo. Considere que Cryptocorynes, Echinodorus, e Anubias estão todas disponíveis em tamanhos diferentes, elas são muito convenientes para uso como destaques.



Criando o Segundo Plano do Layout



O Segundo Plano termina o layout e define seu espaço. Em contraste com o primeiro plano escasso, o fundo é denso e dá para o aquário a aparência de selva.

Frequentemente usamos no fundo plantas de caule longo, entretanto há exceções como Valisneria e Aponogeton. Há um número vasto de plantas aquáticas que podem ser usadas, mas algumas das espécies mais comuns são Mayaca, Alternanthera reineckii, Rotala macrantha, Rotala indica, Hygrophila corimbosa, Hygrophla polysperma, Ludwigia, etc.

Quanto maior a variedade de plantas em um aquário, mais natural irá parecer. As quantidades ideais variam de aproximadamente dez formas de folha diferentes e cores em um tanque pequeno, até cem em um tanque muito grande.

Plantas de folhas vermelhas são as flores do aquário, esteja seguro de satisfazer exatamente as exigências de iluminação e CO2 destas plantas de forma que eles possam apresentar as suas belas cores. Porém, estas plantas vermelhas devem ser usadas moderadamente, de modo que não subjugue o layout com sua cor e destruam o refinamento.

Fonte
• xylema.blogspot.com
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Aeração Noturna em Aquários Plantados

Faz anos que a ADA divulga a areação noturna como um dos meios de manter o aquário saudável e livre de algas, a técnica consiste em manter o CO2 constante durante o período luminoso e à noite o mesmo é suspenso, inicia-se então a injeção de O2 por meio de areação com pedra porosa. Alvo de calorosos debates em fóruns de todos os países, não há um consenso formal sobre o assunto entre os aquaristas sobre esta técnica. Uma das grandes bolas levantadas pelos contrários à técnica geralmente diz respeito as diferenças de pH entre o período noturno, no início da aeração, e o período matutino quando as luzes serão ligadas e o CO2 será novamente injetado, porém creio que pouco se tem levado em consideração que essa variação ocorre naturalmente em qualquer ambiente aquático, em grandes corpos d'água a variação entre o dia e a noite é significante, variando inclusive quanto a profundidade em que se toma a medida, não há portanto um risco além de qualquer outro, como o de injetar CO2 no aquário, porém os níveis de pH e suas variações naturais ainda assombram demasiadamente muitas pessoas.
Na sua mala direta a ADA já tocou no assunto respondendo a este questionamento, confira a pergunta e resposta fornecida pela empresa, é bastante didática, a tradução é minha.


Pergunta:

P) Há uma inscrição "Ligar as luzes durante o dia e executar aeração durante à noite" no catálogo da ADA e nas informações dos aquários na "Aqua Journal", mas no website de uma loja diz "Não use aeração para evitar o crescimento de algas". Qual está certo?
Q) There is a description "Turn on the lighting during the day and perform aeration during night" on ADA catalogues and the tank data on "Aqua Journal", but the website of a shop says "Do not carry out aeration to avoid algal growth". Which is true? 

R) Como você sabe, as plantas aquáticas executam fotossíntese usando dióxido de carbono e luz durante o dia enquanto elas respiram a noite consumindo oxigênio e liberando gás carbônico [dióxido de carbono]. Particularmente em um aquário plantado com muitas plantas de caule, o consumo de oxigênio pelas plantas durante durante seu processo de respiração noturno é alto e pode causar falta de oxigênio para camarões e peixes. No caso de um nível excessivamente baixo de oxigênio, pode-se observar os camarões parados junto a superfície da água. Um nível baixo de oxigênio dissolvido também leva a um nível extremamente baixo de oxigênio dentro do filtro, o que afetas as bactérias benéficas nele. Como resultado o equilíbrio ambiental do aquário irá se perder resultando em problemas como água turva e crescimento excessivo das algas. Para evitar esta situação é recomendado executar aeração durante a noite para o aquário plantado. 

A) As you know, aquatic plants perform photosynthesis using light and carbon dioxide during the day while they respire at night by taking in oxygen and releasing carbon dioxide. Particularly in a planted aquarium with a lot of stem plants, the oxygen consumption by the plants during their respiration process at night is high and this may cause lack of oxygen to the shrimps and fish. In the case of an excessively low oxygen level, it can be observed that the shrimps are inactive near the water surface. A lower dissolved oxygen level at night also leads to an extremely low oxygen level within the filter, which affects the beneficial bacteria in it. As a result, the balanced environment in the tank will eventually be lost resulting in slightly cloudy water and excessive algal growth. To avoid such a situation, it is advisable to perform aeration during night for the planted aquarium. You may use the Pollen Glass for AIR for aeration. With the Lily Pipe, you can carry out aeration with ease just by installing it in a position in which the outflow part of Lily Pipe is partially above the water surface.
Não traduzi o final do parágrafo por que são apenas indicações de usa dos produtos da própria ADA, irrelevante já que uma pedra porosa e um pequeno e silencioso compressor moderno resolvem facilmente essa questão. Temos ai fundamentos importantes e que devem ser lembrados:

  • À noite as plantas precisam de oxigênio e competem com o resto do aquário por ele, podendo faltar;
  • Baixos níveis de oxigênio à noite podem comprometer não só a fauna do aquário como a flora bacteriano do filtro;
  • A degradação causada a flora bacteriana pelos baixos níveis noturnos de oxigênio causam problemas de turvamento e crescimento excessivo das algas.


Vale sempre lembrar que algas sempre, sim, SEMPRE, existirão dentro do aquário, quem determina se elas vão ou não tomar de conta do seu aquário é o equilíbrio ambiental, portanto toda e qualquer medida para manter o seu aquário em equilíbrio tem que ser levado em conta também a fauna de bactérias, além dos seus peixes, crustáceos e moluscos.
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Canister com pote de suplemento passo a passo [CaniPote]

Olá a todos!
Venho compartilhar aqui no blog, um projeto FVM (Faça Você Mesmo), feito pelo Hubert Demary um dos membros do nosso fórum.

Bom já tinha comprado o vidro pro meu novo plantado de 270 litros.
Esse fim de semana fiz o filtro pra ele um canister com pote de suplemento, fiz o post para compartilhar a experiência com todos porque nesses projetos sempre sai alguma coisa nova que pode ajudar alguém mais.

O pote eu ganhei de um amigo que tinha alguns potes sobrando.

Peço desculpas por algum erro de português ou no nome das peças algumas não conheço o nome em português ou termina saindo em portunhol.



Material utilizado os canos e conexões são de 1/2 polegada:
1 pote de suplemento de 5 quilos
1 bomba biopro de 2000 L/H
2 pedaços de 1 metro de PVC de
2 registros soldáveis
3 cotovelos 1 lado rosca fêmea outro soldável
2 cotovelos 1 lado rosca fêmea outro rosca macho
2 flanges com conector de rosca
2 niples pequenos
1 niple grande que se pode cortar no tamanho que ocupar(poderia ser igual aos outros 2 mas eu só tinha 2 e esse sobrando)
1 prensa cabos
1 conversores de rosca a conexão soldável
2 cotovelo rosca/rosca
1 niple grande (para a flauta)
1 tampão
1 pedaço de e.v.a de 2mm

Ferramentas:
furadeira
alicate
fita de medir
estilete

Bom tirei fotos de todo processo algumas não estão muito boas mas acho que da para entender.
Primeiro uma foto de todas as peças que utilizei, coloquei mais ou menos na ordem que estariam com todo o filtro já montado, para esse filtro eu só comprei 2 metros de tudo de PVC de 1/2 polegada, os 2 registros e as 2 flanges o restante eu já tinha de sobrante de outros projetos, inclusive a parte da flauta de captação e o retorno estava funcionando no meu filtro anterior.
Caniter 01

Essa é a flange que eu consegui aqui e um pouco diferente das que eu vejo nos projetos que o pessoal faz ai no Brasil, ela tem rosca por dentro para conexão de 1/2 e por fora é rosca invertida para prender no pote.

Caniter 02
O furo na tampa não ficou bem centrada porque quando fiz o furo ela rachou um pouco e por sorte não foi maior que o furo que eu precisava então eu terminei de cortar o furo com um estilete fora do centro para não perder a tampa.
Caniter 02

A flange já instalada na tampa que vai ser a entrada de água. 
Caniter 03

Pelo lado de dentro ela não tem conexão do outro lado só o furo.
Caniter 04

Fiz um anel de e.v.a para vedar a tampa.
Caniter 05

O niple e o adaptador para converter de rosca a soldável para o cano de PVC.

Caniter 06
Agora a tampa pronta com a conexão para o tubo que vai conectar na flauta de entrada de agua.
Caniter 07

A bomba veio com duas saídas uma que acho que é de 5/16 muito fininha que limita um pouco a vasão da bomba e a outra era um pouco maior que 1/2 então não entrava no furo da flange. 
Caniter 08

Com a broca fui gastando um pouco o furo.
Caniter 08

Até poder conectar a bomba.
Caniter 10

Agora a outra flange para a saída de agua do filtro.
Caniter 11

A flange já no lugar.Caniter 12


O niple e o cotovelo de 1 lado rosca do outro liso para o cano.
Caniter 13

A saída de agua pronta.
Caniter 14

O prensa cabo para passar o cabo da bomba, aqui eu usei um anel de borracha de torneira de filtro de agua por fora e como a porca é pequena eu fiz um anel de e.v.a para colocar por dentro só para a segurar que não teria vazamento.
Caniter 15

Por fora flange de saída de agua e o prensa cabo no lugar.
Caniter 16

Por dentro com o prensa cabo e a flange no lugar. 
Caniter 17

O prensa cabo já no lugar, como o fio da bomba não é liso e tem uma ranhura no meio e em outro projeto já tinha tido o problema de vazar por cause dessa ranhura eu enrolei um pedaço de teflon fazendo tipo um barbante (esqueci de tirar a foto dessa parte) e coloquei dos 2 lados preenchendo essa ranhura e passei

teflon por cima.
Caniter 18

Depois do teflon com uma tira de e.v.a bem apertada enrolei um pouco mais para preencher o espaço que faltava para entrar apertado no prensa cabo.
Caniter 19

Ficou assim agora é só colocar a porca.
Caniter 20

E agora já pronto com o prensa cabo terminado.
Caniter 21

A bomba já no lugar.
Caniter 22

Já quase terminado. Levei pro tanque para testar que não tivesse vazamento mas essa parte esqueci de tirar fotos.
Caniter 23

Bom o filtro passou no teste de vazamento sem problemas agora é hora de colocar as mídias. Aqui no México e bastante usado essa pedra de origem vulcânica chamada Tezontle, a textura muito parecida com a pedra pomes, mas tem a vantagem de ser neutra não alcaliniza a água.Caniter 24


Caniter 25

Caniter 26

O tezontle já no filtro coloquei um pouco mais de 2/3 do pote cheio.
Caniter 27

Depois completei com perlon.
Caniter 28

A flauta para coleta de agua e o retorno pro aquário.
Caniter 29

O filtro como falei e para um projeto novo que ainda não comecei a montar até agora só tenho a caixa de vidro e agora o filtro mas eu vou deixar ele rodando no meu aquário atual para ir pegando biologia e quando montar o aquário novo não preciso começar do 0. cortei o cano nessa altura para eu poder conectar e desconectar mais fácil para limpeza.
Caniter 30

Caniter 31

Agora o filtro no lugar e já funcionando no aquário atual de 100 litros, eu reguei a vazão da bomba em 1/3 mais ou menos para que não movimentar muito a agua.
Caniter 32

Confira a postagem original em nosso fórum!
•  Canister com pote de suplemento
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