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Arco-Íris Maçã (Glossolepis Incisus)

Endêmico do lago Sentani, Indonésia, apresenta corpo ovóide e lateralmente comprimido , com cabeça pequena em relação ao corpo. O macho é vermelho brilhante e as fêmeas são mais escuras. De nado rápido e nervoso, não são agressivos com outros peixes e vivem em torno de 5 anos.



 

Nome Popular:Arco-Íris Maçã
Nome Científico:Glossolepis Incisus
Família:Melanotenídeos
Habitat:Nova Guiné
Sociabilidade:Casal, cardume
Comportamento:Pacífico
pH:6,0 ~ 7,2
Temperatura:22º a 28°C
Dieta:Onívoro
Tamanho do Peixe:15cm

Reprodução: Como a maioria dos melanotenídeos, reproduz-se de outubro à dezembro. A fêmea desova de 100 a 150 ovos por dia, por vários dias, em plantas de folhas finas ou raízes de flutuantes, após ser cortejada pelo macho. Os ovos são adesivos e demoram de 7 à 10 dias para eclodir. Os alevinos devem ser alimentados ,nos primeiros dias, com infusórios e náupilos de artêmias.
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Arco-Iris Boesemani (Melanotaenia Boesemani)

O Arco-Iris Boesemani é um peixe muito lindo e são bem pacíficos de nado rápido e nervoso. Recomendado não manter junto de outros Melanotenídeos devido ao risco de hibridação.


Nome Popular: Arco-Iris Boesemani
Nome Científico: Melanotaenia Boesemani
Família: Melanotenídeos
Origem: Nova Guiné
Sociabilidade: Casal, Grupo
Comportamento: Pacífico
pH: 6,5 ~ 7,0
Temperatura: 26º a 30°C
Dieta: Onívoro
Tamanho do Peixe: 12 cm

Reprodução: A dureza da água não deve superar os 10ºdGH. Respeitada essa condição , são peixes fáceis de reproduzir , podendo-se retirar os pais do aquário ou mesmo retirar as plantas onde houve a postura para se obter um índice de sucesso maior. Depois de instalado o casal, devem ser colocadas plantas de folhas finas que cheguem à superfície. O macho persegue a fêmea com insistência por todo o aquário, mostrando suas melhores e mais intensas cores.O casal se funde em abraço, flanco com flanco, junto às plantas. O contato, em que o macho se dobra sobre a fêmea, dura apenas uns segundos, mas durante esse lapso a fêmea libera os ovos translúcidos e o macho cobre-os com seu esperma.A postura pode durar várias horas e é parecida com a dos killis. Os ovos são semi-adesivos e ficam pregados nas plantas , nos vidros e no substrato por meio de filamentos curtos. O número de ovos oscila entre 100 e 200. A eclosão ocorre entre 6 e 7 dias após, com temperaturas entre 24 e 28ºC. Os alevinos são muito pequenos ao nascer, mas após reabsorverem o saco vitelino são capazes de alimentar-se de infusórios e náuplios de artêmia. Com um mês de vida podem medir cerca de um centímetro, e com 4 meses medem 3,5 cm.
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Apistograma Cacatua (Apistogramma cacatuoides)

Apistograma Cacatua ao lado do Ramirezi, é o ciclídeo anão mais comum de se encontrar no comércio, devido a facilidade em sua reprodução e beleza. Existem algumas variações de cores como Amarelo, Duplo e Triplo Vermelho. Deve-se evitar criar mais de um macho no mesmo aquário, uma vez que são extremamente territorialistas entre eles. Seu nome popular (Cacatua, Cockatoo) se deve a similaridade de seu “topete” (raios dorsais) ao topete dos pássaros do gênero Cacatua da família Cacatuidae.

Nome Popular: Apistograma Cacatua
Nome Científico: Apistogramma cacatuoides
Família: Cichlidae
Origem: América do Sul; bacia do rio Amazonas e seus tributários no Ucayali, Amazonas, Solimões e Tabatinga.
Sociabilidade: Casal
Comportamento: Pacífico e comunitário
pH: 6,0 ~ 7,0
Temperatura: 24º a 28°C
Dieta: Onívoro
Tamanho do Peixe: 10 cm
Reprodução: Ovíparo, disseminador de substrato ou objetos, pais cuidam dos alevinos.
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Apistograma Bitaeniata

Os Apistograma macho são maiores e mais colorido, tem a nadadeira ventral maior com as pontas das nadadeiras anal, dorsal e caudal finas. A fêmea menor que o macho, possui uma coloração amarelada, as pontas das nadadeiras anal, dorsal e caudal são arredondadas.


Nome Popular: Apistograma Bitaeniata
Nome Científico: Apistogramma bitaeniata
Família: Cichlidae
Origem: América do Sul, Peru, Colômbia e Rio Tefé no Brasil
Sociabilidade: Casal
Comportamento: Agressivo
pH: 6,4 a 7,5
Temperatura: 22 a 28ºC
Dieta Carnívoro
Tamanho do Peixe: 9 cm

Reprodução:
Ovíparo, a fêmea realiza a postura dos ovos em local discreto como cavernas e embaixo de troncos ou rochas. Durante o período de reprodução a fêmea fica com a coloração bem mais forte e muito mais agressiva, após a eclosão que deve ocorrer após o segundo ou terceiro dia é melhor retirar o macho para evitar brigas entre o casal. A fêmea irá cuidar dos alevinos levando-os para fora do local de postura, a partir dai pode-se oferecer alimentos vivos como náuplios de artêmias.
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Apisto Trifasciata (Apistogramma trifasciata)

O Apisto Trifasciata é o membro mais dócil entre os Apistogrammas, mesmo assim os machos da mesma espécie não si toleram, por isso recomenda-se sempre um casal ou harém no aquário. Eles si dão muito bem em aquários comunitários desde que haja refúgios e também si adaptam muito bem em aquários plantados. Como a maioria dos Apistogrammas, eles demora um pouco para aceitar rações, devido a sua grande timidez. Mas no decorrer da semana passa a comer normalmente.


Nome Popular:Apisto Trifasciata
Nome Científico:Apistogramma trifasciata
Família:Cichlidae
Habitat:Bacia Amazônica
Sociabilidade:Casal
Comportamento:Pacífico com outros peixes que não seja da mesma espécie.
pH:5,8 ~ 6,5
Temperatura:20 a 28ºC
Dieta:Onívoro
Tamanho Máximo do Peixe:6cm os machos e 4cm as fêmeas.

Dimorfismo Sexual:
Os machos são maiores que as fêmeas. Entre as três faixas negras (característica que deu o nome à espécie), as cores dos machos alternam entre o azul metálico, o azul celeste e, por vezes, o verde metálico, enquanto que a barbatana dorsal termina na cor laranja. As fêmeas, mais monocromáticas, são igualmente bonitas, mostrando na época de acasalamento um tom amarelo esverdeado magnífico.

Reprodução:
Para montar um aquário de reprodução, deve-se colocar um par num aquário de, pelo menos, 50 litros e decorá-lo com troncos, folhas e algumas plantas. Para além disso, deve dispor-se, numa zona abrigada, um coco ou um pequeno vaso que sirva de local de postura. Quando estiver preparada para acasalar, a fêmea “vestir-se-á com o seu fato colorido” e chamará o macho para o local escolhido da postura, onde este fertilizará os ovos. A partir deste momento a fêmea passará a defender o local de todos os intrusos, incluindo do próprio macho, enquanto este se encarrega de patrulhar um território mais alargado. Passados alguns dias, a fêmea surgirá a passear a sua prole e, para que a taxa de sobrevivência seja alta, deve alimentar-se os alevins, nos primeiros tempos, com alimentos vivos (artémia recém eclodida e microvermes).

Referências

ciclideos.com
aquahobby.com
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Apisto agassizi (Apistogramma agassizii)

Os Apistogramma são peixes fascinantes, o corpo dos machos é cinza prateado, com a região dorsal (principalmente na frente) puxando para o castanho; uma bem definida faixa longitudinal escura corta o corpo o meio, indo dos olhos ate o pedúnculo caudal.
A barbatana dorsal, tem sua base escura, seguida de uma fina linha amarela e depois toda vermelho vivo, sendo no final debruada de outra linha amarela clara. Essa barbatana (a dorsal) termina deforma bem pontuda. Barbatana caudal vermelho vivo, as barbatanas peitoral e anal , são cinza prateado.
As fêmeas, têm o corpo todo castanho claro, com a parte ventral um pouco mais clara. Todas as barbatanas são da mesma cor do corpo. Algumas apresentam uma pequena faixa escura partindo da parte de trás dos olhos e indo em direção as barbatanas peitorais.




Nome Popular: Apisto agassizi
Nome Científico:Apistogramma 
família:Cichlidae
Origem:Brasil - Bacia do Rio Amazonas
Sociabilidade:Casal, harém
Comportamento:Pacifico/ Territorial na época de reprodução
pH:6,0 a 7,2
Temperatura:22 a 29ºC
DietaCarnívoro - Aceita muito bem rações secas, ricas em proteínas.
Tamanho do Peixe:8 cm

Reprodução:
Ovíparo, a fêmea irá colocar os ovos em um local escondido que pode ser debaixo de troncos, folhas ou rochas, ou qualquer outro lugar mais discreto. Os ovos eclodem em aproximadamente 48 horas quando mantidos em temperatura mais alta, após dois ou três dias da eclosão os alevinos já consumiram o conteúdo do saco vitelino e começam a nadar.

A fêmea então começa a levá-los para fora da toca, mas sempre sob seu cuidado atento, a partir daí pode-se dar rações específicas para alevinos e alimentos vivos como náuplios de artêmia, conforme os filhotes forem crescendo alimentos vivos maiores podem ser oferecidos.


Atenção: Durante a reprodução recomenda-se usar filtro interno de espuma ou então colocar perlon na entrada de água do filtro externo para evitar sugar os filhotes. À partir de 1 mês de idade os filhotes já podem ser separados da mãe, ou então assim que ela começar a dar sinais que não está mais cuidando deles. Por volta dos 6 meses de idade os filhotes já atingem maturidade sexual e podem começar a reproduzir, mas a coloração final do macho leva mais tempo que isso.

Fonte de informações
Google
Aquaflux
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Anostomo (Anostomus anostomus (Linne))

Uma espécie muito bonita, o Anostomo chega a atingir 18cm de comprimento na sua fase adulta. Seu corpo é fino, com listras horizontais amarelo-douradas e pretas em toda a extensão. Apresenta marcas vermelhas nas nadadeiras dorsal e caudal. Prefere si alimentar de raízes de plantas, mantendo a cabeça sempre para baixo. Pertence à família Anostomidae e pode ser encontrado no norte do Brasil.

Anostomo     P1050818
Imagem: Google

Nome Popular: Anostomo
Nome Científico: Anostomus anostomus (Linne)
Família: Anostomidae
Habitat: América do Sul, podendo ser encontrado na Bacia Amazônica e Guiana e Suriname.
Sociabilidade: Grupo (Cardume)
Comportamento: Pacífico
pH: 6,7 ~ 7,0
Temperatura: 25 a 28ºC
Dieta: Onívoro
Tamanho Máximo do Peixe: 18 cm
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