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Pacu Pintado (Metynnis maculatus)

O Pacu Pintado é uma espécie de peixe que habita como bacias dos rios Amazonas , São Francisco e Paraguai e Rio Grande (No Rio Grande a espécie foi introduzida) .
O Pacu Pintado e um peixe na cor prateada que apresenta o corpo com varias pintas castanhas, flancos cinzentos e uma mancha alaranjada acima do opérculo.
Essa espécime de peixe é uma variante muito pacifica podendo ser mantido em aquários comunitários sem nenhum tipo de problemas relacionados a brigas. Mas embora está espécime não atinjam um tamanho avantajado, deve-se atentar no tamanho do aquário, pois é um peixe que vive em cardume (mínimo 5), e também é um peixe muito ativo e necessita de um bom espaço, outro detalhe como trata-se de peixes de cardume e comum os machos disputar entre si a hierarquia do grupo.




Nome Popular: Pacu, Pacu Prata Pintado, Pacu Prata Manchado, Pacu Prateado
Nome Científico: Metynnis maculatus
Família: Serrasalmidae (Serrasalmídeos)
Origem: bacias dos rios Amazonas , São Francisco e Paraguai e Rio Grande
Sociabilidade: Cardume, mínimo 5 indivíduos
Comportamento: Pacífico
pH: 6,0 ~ 7,2
Temperatura: 26º a 30°C
Dieta: Onívoro
Tamanho do Peixe: 14 a 18cm


Reprodução: Trata-se de um peixe ovíparo, são considerados disseminadores livres, as Fêmea liberam seus ovos na água e o macho nada em volta fertilizando-os. Os ovos eclodem em pouco tempo quando mantidos em temperatura mais alta, dois ou três dias após a eclosão os alevinos já consumiram o conteúdo do saco vitelino e começam a nadar livremente, e diferente do ocorrido com os Ciclideos que cuidam dos seus filhotes (Alevinos), os Pacu não cuidam dos seus filhotes...
O dimorfismo sexual é evidente em espécimes adultos, macho possui menor porte e coloração mais forte, além da nadadeira dorsal ligeiramente maior e ventre retilíneo. A fêmea possui coloração menos intensa, a nadadeira dorsal menor, o ventre é roliço e é maior que o macho.


Alimentação: É um peixe onívoro, porem com forte tendência ao herbívoro, ou seja é um peixe que aceita muito bem qualquer tipo de ração, insetos e pequenos crustáceos, e também é um devorador nato de plantas, frutas, legumes...
Atenção: Este peixe não e indicado para aquários plantados, caso seja introduzido irá devorar toda a vegetação, por experiência própria posso garantir essa informação (srsrsr).
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Comedor de Algas Chinês (Gyrinocheilus aymonieri)

Os Comedores de algas Chinês São peixes pacíficos com a maioria dos outros peixes, mas podem se tornar agressivos com outros membros da espécie e semelhantes. Vivem boa parte de sua vida procurando por alimento nas superfícies de plantas, rochas, troncos e vidro do aquário. Caso a fauna do seu aquário seja composta por Acará disco e bandeira, tenha um pouco mais de atenção na alimentação do seu CAC (comedor de algas chinês), pois com fome ele poderá se aproveitar de peixes mais lentos e se alimentar do muco desses peixes, então ração de fundo é essencial...


Nome Popular: Comedor de Algas Chinês, CAC,
Nome Científico: Gyrinocheilus aymonieri
Família: Gyrinocheilidae
Origem: Ásia
Sociabilidade: Sozinho, Grupo
Comportamento: Pacífico
pH: 6,5 ~ 7,8
Temperatura: 26º a 30°C
Dieta: Onívoro
Tamanho do Peixe: 22 a 28 cm no tamanho adulto

Dimorfismo sexual: A fêmea costuma ser maior e ter o ventre um pouco mais roliço que o do macho.
Importante: estas características aparecem em peixes no final do estágio juvenil e em adultos, a diferença sexual entre filhotes é mais difícil de ser observada.

Reprodução: Separe o casal (ou um grupo) em um aquário próprio para a reprodução, sem outros peixes que possam importuná-los ou tentar comer seus ovos e filhotes, ofereça alimentação reforçada e quando a fêmea estiver visivelmente mais roliça (cheia de ovos), aumente a vazão da filtragem criando uma leve correnteza e aumentando a oxigenação. Repita o procedimento até que a fêmea desove, não há cuidado parental entre estes peixes.
Os ovos, por sua vez, são aderentes e eclodirão dentro de alguns dias, após a eclosão, os alevinos irão consumir o saco vitelino, depois podem ser alimentados com micro-vermes, infusórios, ração específica para alevinos de ovíparos. Recomenda-se usar filtro interno de espuma ou então colocar perlon na entrada de água do filtro externo para evitar sugar os filhotes quando em aquários próprios para reprodução.

Tamanho mínimo do aquário: 200 litros.

Outras informações: : Existem diversas variedades desta espécie. Muitas vezes estes peixes são comprados e/ou vendidos como peixes que se alimentam de restos e algas encontrados pelo aquário e que irão limpar o vidro do seu aquário. Embora eles se alimentem de pedaços de ração que cheguem ao substrato e algas fixadas nos vidros, não os mantém "limpos".
Existe uma grande variedade de rações específicas para peixes de fundo e elas devem ser a base da alimentação dos seus peixes, nada de deixá-los se alimentando apenas de restos!
Apresentam raios duros nas nadadeiras, peitorais e dorsal, que servem como defesa contra predadores e não são raros os casos em que, ao manter peixes muito grandes junto com eles, os mesmos fiquem presos na boca do predador podendo levá-los à morte ou a infecções terríveis causadas pelos ferimentos.
Portanto, cuidado com os companheiros de aquário! Nada de deixá-los com peixes que apresentem bocas grandes o suficiente para tentar engoli-los.
O aquário ideal deve possuir um substrato fino que não machuque seus delicados barbilhões nem permita o acúmulo de detritos que possam contribuir para deteriorar a qualidade da água, sendo, neste caso, a areia o mais indicado. Caso opte por usar cascalho de rio que possui granulometria maior lembre-se  sempre de sifonar bem o fundo para evitar o acúmulo de detritos.
Atenção: Estes peixes apresentam sua coloração de forma vívida apenas quando mantidos em ambiente ideal, peixes em situação estressante (baterias de lojas, logo após o transporte, etc) podem apresentar coloração muito pálida, que é facilmente revertida ao ser transferido para um local com parâmetros e necessidades adequadas à espécie.

Vídeo falando um pouco sobre o CAC (Comedor de Algas Chinês)

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Rio em Jundiaí é despoluído e volta a ter peixes após 30 anos



Notícia boa para a natureza e para o homem. O Rio Jundiaí, no interior de São Paulo, foi despoluído e voltou a ter peixes! O rio atravessa as cidades de Mariporã, Atibaia, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista, Jundiaí, Itupeva, Indaiatuba e Salto. O processo de despoluição começou há 34 anos, com a criação do então Comitê de Estudos e Recuperação do Rio Jundiaí (Cerju). Em 2017, passou pelo processo de reclassificação e mudou da classe 4 para a 3, o que resultou em um rio mais saudável e habitável para os peixes. 

Dois anos depois da recuperação, garças e outros pássaros também voltaram a frequentar o entorno do Rio Jundiaí, inclusive para comer peixes pequenos na água. Agora começa uma fiscalização para manter o rio limpo.“Temos que atuar de forma preventiva na fiscalização e manutenção de possíveis fontes poluidoras, mas também que pensemos o rio Jundiaí de forma integrada e contextualizada em uma bacia hidrográfica. Isso exige o engajamento de todos os municípios por onde ele passa. A preservação de um corpo hídrico deve ser plural”, disse o diretor de Mananciais da DAE Jundiaí, Martim Ribeiro.

Como

Para despoluir o rio houve a construção de interceptores, emissários, redes coletoras e Estações de Tratamento de Esgoto (em Jundiaí são três, nos bairros Jardim Novo Horizonte, São José e Fernandes), que permitiram a coleta, o afastamento e o tratamento de esgotos domésticos e industriais, até então lançados in natura no rio.
“Para termos um rio ainda melhor, é necessário que pensemos neste importante curso d’água em um contexto de bacia hidrográfica. Em outras palavras, de nada adianta um município tomar medidas para despoluir o rio, se em outros trechos os demais municípios não têm programas efetivos para um sistema de esgotamento sanitário”, explica Ribeiro.
“Um curso hídrico passa por diversos municípios e todos têm de trabalhar de forma integrada e ter os mesmos objetivos na preservação da qualidade das águas. Se não atuarem de forma conjunta, os resultados não serão alcançados”, afirma o diretor

Despoluição

Pensar em despoluição é também pensar em ações e projetos para que esgoto da cidade não chegue às águas do rio, como tem feito a Companhia Saneamento de Jundiaí (CSJ).
“O trabalho no pelo município tem sido efetivo. No laboratório da CSJ, são feitas análises mensais para os parâmetros de demandas bioquímica de oxigênio, oxigênio dissolvido, turbidez e nutrientes. As coletas são realizadas antes e depois da CSJ, para que possamos entender também os efeitos da contribuição do esgoto tratado sobre o rio”, disse a coordenadora do laboratório da unidade, Agnes Janaina Tezotto Gutierrez.
Na prática, com os ensaios de oxigênio dissolvido, é possível saber se existe oxigênio disponível para a vida aquática. “Isso nos possibilita entender mais sobre o rio e é o que nos indica, por exemplo, a possibilidade de existência de peixes em determinado trecho.”

Árvores

Projeto vai plantar 60 mudas de Ipê na beira do rio Jundiaí. Uma exposição dos trabalhos vencedores do Concurso de Ideais do Vale do Rio Jundiaí está aberta na Biblioteca Professor Nelson Foot, no Complexo Argos.


Matéria publicada originalmente em: SNB
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